sexta-feira, 28 de agosto de 2015
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Facebook testa novo visual em smartphones
Após revelar que vai começar a exibir os eventos de maneiras diferentes na versão móvel, o Facebook está de olho também em possíveis mudanças na apresentação do perfil dos usuários no celular.
A imagem abaixo, divulgada no Twitter, mostra que a rede social estuda um novo layout para as páginas, centralizando a imagem do perfil e colocando o nome do usuário abaixo dela. A foto de capa também foi modificada, aparecendo um pouco menor.
Ainda não há informações sobre possíveis mudanças visuais em outras páginas como a de amigos e fotos.
Questionado pelo TheNextWeb, o Facebook se recusou a comentar a novidade.
A imagem abaixo, divulgada no Twitter, mostra que a rede social estuda um novo layout para as páginas, centralizando a imagem do perfil e colocando o nome do usuário abaixo dela. A foto de capa também foi modificada, aparecendo um pouco menor.
Ainda não há informações sobre possíveis mudanças visuais em outras páginas como a de amigos e fotos.
Questionado pelo TheNextWeb, o Facebook se recusou a comentar a novidade.
Fonte: Olhar Digital
Google revela bastidores do funcionamento da rede Jupiter
A Google tem uma rede própria chamada de Jupiter, composta de 100 mil servidores e que pode dar saída a 1 petabit por segundo de dados, o que significa que qualquer um dos servidores da rede pode se comunicar com qualquer outro a velocidades de 10 GB/s.
Esses dados sobre as entranhas da rede, que fazem as buscas do Google funcionarem de forma tão rápida, foram reveladas numa postagem no blog dedicado aos serviços de busca da empresa. Mais detalhes sobre a tecnologia foram mostrados numa conferência de telecomunicações, realizada em Londres.
Para você ter uma ideia, a demanda do Google por banda para que a rede funcione, e não sofra atrasos quando você a utiliza, dobra a cada ano. Isso significa que o processo de evolução dos sistemas que matém a rede Jupiter funcionando está sempre em constante evolução. Prova disso é que a atual geração do datacenter é 100 vezes mais rápida do que a primeira, que passou a operar em 2005.
Esse regime constante de aprimoramento sobre o funcionamento da rede em busca de velocidade só é possível porque a Google tomou um caminho radical na hora de criar os sistemas que permitem que a sua rede se comunique com a Internet e entre si. Ao contrário do que é comum, a Google projeta e desenvolve seus próprios switchers (equipamentos que funcionam como roteadores na sua casa, responsáveis por estabelecer as pontes de comunicação em uma rede).
Ao decidir confeccionar seu próprio hardware do zero, a Google estabeleceu um ciclo de desenvolvimento que permite que o esforço bruto seja colocado sobre o software que roda os servidores e faz a rede funcionar, em vez do hardware, como é mais comum. Segundo Amin Vahdat, autor da postagem no blog da Google, o hardware de switches convencional é “manual e propenso a erros e não é possível usá-lo em escala de acordo com as nossas necessidades”. Além disso, os custos para manter switches comerciais em compasso com o crescimento vertiginoso das necessidades do Google seria impraticável.
O processo todo não foi alheio a problemas. Por exemplo, a primeira geração da rede, batizada de Firehose 1.0 nunca foi utilizada comercialmente. Naquela versão, a Google tentou integrar os switchers aos servidores (seria como se você tentasse colocar o roteador da sua casa para funcionar dentro do seu computador), o que levou a uma série de falhas de hardware que inviabilizaram o uso do modelo.
Os bastidores do funcionamento da rede Jupiter sempre foram um mistério bem guardado pela Google. Até então, pouco se sabia sobre suas características. A divulgação desses detalhes sobre a operação da rede vem num momento em que a Google coloca à disposição de empresas seus serviços na nuvem.
Esses dados sobre as entranhas da rede, que fazem as buscas do Google funcionarem de forma tão rápida, foram reveladas numa postagem no blog dedicado aos serviços de busca da empresa. Mais detalhes sobre a tecnologia foram mostrados numa conferência de telecomunicações, realizada em Londres.
Para você ter uma ideia, a demanda do Google por banda para que a rede funcione, e não sofra atrasos quando você a utiliza, dobra a cada ano. Isso significa que o processo de evolução dos sistemas que matém a rede Jupiter funcionando está sempre em constante evolução. Prova disso é que a atual geração do datacenter é 100 vezes mais rápida do que a primeira, que passou a operar em 2005.
Esse regime constante de aprimoramento sobre o funcionamento da rede em busca de velocidade só é possível porque a Google tomou um caminho radical na hora de criar os sistemas que permitem que a sua rede se comunique com a Internet e entre si. Ao contrário do que é comum, a Google projeta e desenvolve seus próprios switchers (equipamentos que funcionam como roteadores na sua casa, responsáveis por estabelecer as pontes de comunicação em uma rede).
Ao decidir confeccionar seu próprio hardware do zero, a Google estabeleceu um ciclo de desenvolvimento que permite que o esforço bruto seja colocado sobre o software que roda os servidores e faz a rede funcionar, em vez do hardware, como é mais comum. Segundo Amin Vahdat, autor da postagem no blog da Google, o hardware de switches convencional é “manual e propenso a erros e não é possível usá-lo em escala de acordo com as nossas necessidades”. Além disso, os custos para manter switches comerciais em compasso com o crescimento vertiginoso das necessidades do Google seria impraticável.
O processo todo não foi alheio a problemas. Por exemplo, a primeira geração da rede, batizada de Firehose 1.0 nunca foi utilizada comercialmente. Naquela versão, a Google tentou integrar os switchers aos servidores (seria como se você tentasse colocar o roteador da sua casa para funcionar dentro do seu computador), o que levou a uma série de falhas de hardware que inviabilizaram o uso do modelo.
Os bastidores do funcionamento da rede Jupiter sempre foram um mistério bem guardado pela Google. Até então, pouco se sabia sobre suas características. A divulgação desses detalhes sobre a operação da rede vem num momento em que a Google coloca à disposição de empresas seus serviços na nuvem.
Fonte: techtudo
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Firefox vai aceitar extensões do Google Chrome
A Mozilla anunciou nesta sexta-feira (21) que o Firefox ganhará em breve suporte a algumas extensões feitas para outros navegadores, como Chrome e Opera. Isso graças a uma nova API, chamada WebExtensions, semelhante a que a maioria dos concorrentes do browser usam atualmente.
A novidade vai facilitar a criação de conteúdos multiplataformas. A desenvolvedora explicou que mudanças foram feitas para aproveitar novas tecnologias, como Electrolysis e Servo, além de proteger usuários de spyware/adware e encurtar o tempo necessário para revisar add-ons. A empresa já havia anunciado a nova forma de certificação de extensões como parte dessa reformulação.
A Mozilla confirma que uma versão mais rápida será lançada em breve, com a tecnologia Electrolysis, que terá suporte para todas as novas extensões. Além disso, será compatível a API WebExtensions. A ideia é estimular desenvolvedores a criar plugins que possam funcionar em vários browsers.
“Para nossa comunidade, isso trará benefícios como esta questão de multiplataformas, mas também precisará que muita coisa seja redesenhada. Estamos fazendo um grande investimento e vamos trabalhar com a comunidade para que esta transição seja feita da melhor forma possível”, afirma a Mozilla em comunicado.
Entretanto, os desenvolvedores precisarão mudar suas extensões para que elas continuem funcionando. A começar pela revalidação de segurança, que começa no Firefox 41, com data de lançamento prevista para 22 de setembro. A expectativa é que a nova API já entre em funcionamento no Firefox 43, em dezembro.
Com isso, a tendência é que as extensões que não se adequem aos novos formatos ganhem uma permissão para continuar funcionando por mais seis meses até que as modificações sejam feitas. Segundo a própria Mozilla, o trabalho poderá ser duro, mas “o resultado final vai valer a pena”.
Para os usuários, as notícias são boas. Afinal, eles terão um browser mais rápido e seguro, além de uma biblioteca de extensões com mais qualidade, com muitos dos apps da Chrome Web Store.
A novidade vai facilitar a criação de conteúdos multiplataformas. A desenvolvedora explicou que mudanças foram feitas para aproveitar novas tecnologias, como Electrolysis e Servo, além de proteger usuários de spyware/adware e encurtar o tempo necessário para revisar add-ons. A empresa já havia anunciado a nova forma de certificação de extensões como parte dessa reformulação.
A Mozilla confirma que uma versão mais rápida será lançada em breve, com a tecnologia Electrolysis, que terá suporte para todas as novas extensões. Além disso, será compatível a API WebExtensions. A ideia é estimular desenvolvedores a criar plugins que possam funcionar em vários browsers.
“Para nossa comunidade, isso trará benefícios como esta questão de multiplataformas, mas também precisará que muita coisa seja redesenhada. Estamos fazendo um grande investimento e vamos trabalhar com a comunidade para que esta transição seja feita da melhor forma possível”, afirma a Mozilla em comunicado.
Entretanto, os desenvolvedores precisarão mudar suas extensões para que elas continuem funcionando. A começar pela revalidação de segurança, que começa no Firefox 41, com data de lançamento prevista para 22 de setembro. A expectativa é que a nova API já entre em funcionamento no Firefox 43, em dezembro.
Com isso, a tendência é que as extensões que não se adequem aos novos formatos ganhem uma permissão para continuar funcionando por mais seis meses até que as modificações sejam feitas. Segundo a própria Mozilla, o trabalho poderá ser duro, mas “o resultado final vai valer a pena”.
Para os usuários, as notícias são boas. Afinal, eles terão um browser mais rápido e seguro, além de uma biblioteca de extensões com mais qualidade, com muitos dos apps da Chrome Web Store.
Fonte: techtudo








